quarta-feira, 6 de junho de 2012

Mateus e a Vigência da Lei



Um estudo de todo o evangelho de Mateus nos oferece uma maravilhosa visão de como Cristo encarou a questão da lei de Deus. Contrariando a noção de ruptura da legislação divina na dispensação cristã, nos seus aspectos éticos e morais, fica demonstrado pela leitura de tal evangelho que as coisas são exatamente o contrário do que ensinam certos instrutores religiosos da linha semi-antinomista.


Podemos começar nosso passeio já a partir do 1o. capítulo, vs. 21:


“Ela dará a luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o Seu povo dos pecados deles”.


Um texto bíblico importante que nunca se vê citado nos estudos e literatura dos que defendem a tese da abolição da lei, ou que desqualificam o valor do Decálogo divino para os cristão, é 1 João 3:4, onde encontramos a definição de “pecado”. O que é, afinal de contas, essa coisa chamada “pecado” que tanto se acentua em púlpitos, prelos e processadores de texto? A definição no referido e “esquecido” texto é:


“Todo o que comete pecado transgride a lei, porque pecado é a transgressão da lei“.


O apóstolo João emprega o verbo no presente, “é”, não “era”, ou seja, como algo de uma antiga lei “abolida”. Assim, a promessa do nascimento do Salvador inclui a salvação do homem “dos pecados” dele, não “com os pecados”.


A salvação significa uma nova perspectiva de vida–o abandono do pecado (que é “transgressão da lei”) para uma vida renovada pela posse do Espírito, que é derramado nos coraçoes dos que foram justificados pela fé (Rom. 5:1, 5).


É a justificação seguida da santificação, a obra de Deus pelo homem, e sua conseqüente operação divina no homem. O resultado disso não é uma “liberação” da lei, absurda noção que se transmite muitas vezes no meio religioso cristão, mas uma vida em que “a justiça da lei” se cumpre na vida daquele que recebeu o Espírito divino (ver Romanos 8, vs. 3, 4, 7 e 8).


Mas voltemos ao nosso roteiro dessa breve viagem pelo evangelho de Mateus. O começo da derrota da tese semi-antinomista está em sua afirmação de que a “lei de Cristo” representa um conceito totalmente revolucionário do Novo Testamento, à parte da “lei de Deus” como era percebida pelos filhos de Israel. O fato é que não existe na Bíblia tal ruptura entre a legislação moral divina no Velho e no Novo Testamento como se comprova com o que Jesus declarou em Mateus 5:17-19:


“Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas: não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, posto que dos menores, e assim ensinar os homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus”.


Muita discussão tem-se levantado sobre o sentido de tais palavras, que “cumprir” significaria fazer com que cesse sua vigência após Ele a ter “cumprido”. É verdade que a palavra “cumprir” tem um sentido ambíguo. Quando se diz, “cumpri as ordens do chefe” logicamente significa que preencheu-se inteiramente o que tal ordem requeria, e nada há mais a ser feito, em termos da execução de tal ordem. Contudo, cumprir também significa obedecer plenamente, e Cristo realizou ambas as coisas – Ele cumpriu a lei nos seus aspectos prefigurativos, não mais nos restando quaisquer de tais ordens divinas (a lei cerimonial), mas Ele também a cumpriu no sentido de dar-lhe perfeita obediência.


Então, em que sentido está Cristo fazendo tal declaração – no sentido de cumprir por fazer a lei perder a vigência ao Ele preencher os seus requisitos plenos e, daí, não mais haver para nós qualquer ordem dessa lei para obedecer? É como entendem limitadamente o texto os semi-antinomistas em geral.


Para melhor determinar isto deve-se examinar o contexto imediato e mais amplo da passagem. Primeiro, se o sentido é de que Cristo nos isenta de “cumprir” a lei, quanto à obediência a ela, por tê-la cumprido cabalmente, assim fazendo-a cessar, isso contradiria Suas próprias palavras, “não vim para abolir”. Ou seja, Jesus estaria dizendo, “não vim para abolir; vim para . . . abolir [ou dar-lhe um fim]!” Pois o fazê-la deixar de ter vigência seria o equivalente a “abolir”. Isso é inevitável, por mais que busquem argumentar os defensores da tese da “lei abolida”.


Também a moldura contextual em que se acha tal passagem é altamente significativa. No vs. 16 Jesus recomendou a Seus discípulos: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus”. Portanto, a ênfase é sobre a prática de obras deles, que pouco antes foram comparados a “sal da terra e luz do mundo”.


Cristo reitera no vs. 19:


“Aquele, pois, que violar um destes mandamentos, e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus; aquele, porém, que os observar e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus”.


Pareceria por demais estranho que Cristo ressaltasse a importância de estrita obediência a mandamentos que, por cumpri-los, faria com que perdessem o valor! Ademais, vem o verso 20 que liquida a questão do real sentido dos versos precedentes:


“Porque eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus”.


Ora, o que importava, nos dizeres de Cristo, era que os discípulos obedecessem aos mandamentos, mediante obras que atraíssem o louvor dos homens a Deus (vs. 16), e que tal obediência fosse exemplar e superior a mera religiosidade exterior e apego à letra da lei por escribas e fariseus (vs. 19 e 20). Na seqüência de tais instruções Cristo passa a realçar o sentido mais profundo e espiritual da lei, através das famosas declarações, “ouvistes o que foi dito aos antigos . . . Eu porém vos digo. . .”


Por todo o Sermão da Montanha (capítulos 5 a 7) Cristo jamais sugere qualquer intenção de eliminar a lei divina nos seus aspectos morais e éticos, ou modificá-la em qualquer medida. Antes, a ênfase que sempre dá é sobre os aspectos negligenciados dessa lei por aqueles que tanto a exaltavam, porém não percebiam o seu real sentido. Apegados como estavam à letra, perderam de vista o seu espírito. Não devia ser essa a atitude dos discípulos.


Então, a leitura detida de todo o texto de Mateus 5:17, 18 à luz de seu contexto imediato e mais amplo destrói a noção de ruptura da legislação divina nos seus aspectos morais com a vinda de Cristo.


Logicamente ao fazer essa comparação entre o que diziam os antigos e o que Ele agora diz Cristo não está inaugurando uma nova legislação, pois olhar para uma mulher com pensamento impuro ou irar-se contra um semelhante sempre foram atitudes condenáveis–equivalia, também para os judeus no Velho Testamento, respectivamente a adulterar e matar!


O sentido mais profundo desses mandamentos é que nem sempre se percebia entre os líderes judaicos, e Cristo está ressaltando isso a Seus ouvintes naquela incógnita, mas desde então famosa montanha.


E para confirmar tudo isso, encontramos as palavras de exortação de Cristo no cap. 7:21-23.


Ele antes acentua o surgimento de falsos profetas que “se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores”. Daí mostra que, no final de contas, nem todos os que dizem “Senhor, Senhor” serão salvos, e sim “os que fazem a vontade do Pai que está nos céus” (vs. 21). E conclui profetizando o triste fim de tantos professos dentre Seus seguidores:


“Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! porventura, não temos nós profetizado em Teu nome, e em Teu nome não expelimos demônios, e em Teu nome não fizemos muitos milagres? Então Eu lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniqüidade” (vs. 22, 23).


Estas últimas palavras são de alto significado, e poderiam ser assim traduzidas: “apartai-vos de Mim, vós os transgressores da lei”. Ocorre que o termo traduzido por “iniqüidade” no original grego é anomian. Esta palavra é exatamente a mesma que aparece em 1 Joao 3:4–“pecado é transgressao da lei-anomian”.


Mais adiante encontramos Cristo, em pleno exercício de Seu ministério, confrontando fariseus e saduceus no que tange à observância do sábado. É aí onde muitos se atrapalham e não percebem o sentido mais amplo e profundo desses debates. Como já têm o pressuposto de que Cristo teria votado os mandamentos do Decálogo ao desprezo, por ser uma norma a ser superada por uma suposta lei superior Sua, imaginam que Cristo está transmitindo aos líderes judeus conceitos de menosprezo pela sua observância sabática. Ou seja, colocam a Jesus criticando os que obedecem um mandamento da lei estabelecido por Ele próprio como Criador do mundo (Heb. 1:2)!


Contudo, diante das acusações contra Ele assacadas por fariseus e saduceus (e alguns cristãos contemporâneos) Cristo Se defende declarando que fazia somente o que era “lícito” no sábado (Mat. 12:12). Também acentua ser Ele “o Senhor do sábado” (12:8), Aquele que zela pelo seu correto cumprimento, como zelou pela casa de Deus expulsando de lá os cambistas mais adiante, após ter entrado triunfalmente em Jerusalém (cap. 21:12, 13).


No capítulo 19 de Mateus nós O encontramos num diálogo com o jovem rico que Lhe pergunta sobre o que tinha de fazer para obter a vida eterna. Jesus lhe diz: “Se queres . . . entrar na vida, guarda os mandamentos” (vs. 17). Ante a pergunta do jovem sobre que mandamentos seriam esses, Jesus lhe repete mandamentos do Decálogo que têm que ver com o relacionamento entre ele e seus semelhantes (vs. 18, 19) para resumir e reiterar tudo isso com as palavras “amarás o teu próximo como a ti mesmo”.


O jovem garante que sempre havia observado isso tudo, mas aí é que vemos o aspecto mais profundo dessa lei. Cristo o desafia a vender suas propriedades e demonstrar na prática que realmente cumpria os mandamentos que se resumem no “amarás o teu próximo como a ti mesmo”.


Pela reação do jovem ficou demonstrado que ele não amava realmente os semelhantes, conseqüentemente, não cumpria os mandamentos como pretendia. Estava totalmente iludido quanto a sua suposta obediência “perfeita” da lei. Ele conhecia os seus mandamentos, buscava cumpri-los segundo a letra, mas faltava-lhe o espírito que motiva a obediência genuína–a motivação do amor.


Essa é a síntese da lei no aspecto horizontal–do relacionamento entre os seres humanos. A outra síntese da lei divina no aspecto vertical–do relacionamento do homem para com Deus–Jesus também ensinou um pouco mais adiante, em Mateus 22, vs. 36-40. No episódio do intérprete da lei que queria “experimentar”, ou pôr a prova, a Jesus e lhe pergunta, “Mestre, qual é o grande mandamento na lei?”, a resposta de Cristo é exatamente a síntese, o fundamento da lei divina: amor a Deus sobre todas as coisas (os primeiros quatro mandamentos) e ao próximo como a si mesmo (os seis últimos mandamentos). Afinal, Ele acrescentou ao final (vs. 40):


“Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”.


No relato de Marcos do mesmo episódio é dito que o escriba reagiu dizendo:


“Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que ele é o único, e não há outro senão ele; e que amar a Deus de todos o coração, de todo o entendimento e de toda a força, e amar ao próximo como a si mesmo, excede a todos os holocaustos e sacrifícios“. (Marcos 12:32, 33).


Este é um detalhe importante, pois mostra que aquele líder em Israel, que queria apanhar Jesus em contradição, na verdade ficou satisfeitíssimo com a resposta de Cristo porque Ele em nada contradisse o que um doutor da lei aprendera sobre a legislação judaica.


Ele poderia até ter perdido de vista o verdadeiro espírito da lei, como os seus amigos escribas e fariseus, mas com a síntese da lei divina exposta por Cristo compreendeu de imediato a profundidade de Suas palavras e o caráter abrangente dos princípios por Ele acentuados. Não havia como contradizer a explicação de Cristo, então não lhe restou senão reconhecer a veracidade das Suas palavras. Afinal, Cristo nada mais fez do que repetir dois textos do Velho Testamento: Deuteronômio 6:5 e Levítico 19:18.


Portanto, ficou claro que Cristo não estava a criar nenhuma nova legislação revolucionária para Israel. Caso as palavras de Cristo contradissessem o que representava a lei divina vigente para a nação, a atitude daquele intérprete da lei seria bem diversa. Ele certamente sairia proclamando ter apanhado a Jesus contradizendo as leis de Israel, apresentando novos conceitos, novas noções sobre a legislação para o povo judeu, novo código de conduta diverso do que era parte da tradição religiosa de Israel. Nada disso ocorreu, contudo.


Cristo apenas desenterrava de sob o acúmulo de tradições e interpretações errôneas o princípio básico da lei divina, que é o amor. Foi exatamente nessa linha que Paulo mais tarde declarou:


“O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rom. 13:10)?


Então, toda essa tentativa de atribuir a lei divina um caráter de amor revolucionário no Novo Testamento para diminuir a qualidade de tal lei no Velho é inteiramente destituída de fundamento. A lei de Deus SEMPRE teve por base o amor a Deus e ao próximo porque ela é um reflexo do caráter divino. Se Deus é amor, Sua lei é amor. Se Deus é justo, Sua lei será justa. Se Deus é perfeito, Sua lei será perfeita.


Continuando em nosso passeio ao longo das páginas do Evangelho de Mateus chegamos ao capítulo 23 onde encontramos Cristo falando às claras sobre a falsidade dos líderes judaicos, chamando-os de “hipócritas . . . semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos, e de toda imundícia” (vs. 25, 27).


Não obstante tão severa condenação à atitude deles, Jesus recomenda ao povo e a Seus discípulos:


“Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (vs. 2).


Se compararmos esta passagem com Lucas 13:14 encontramos um fato relevante: entre as coisas que eles diziam que o povo devia cumprir acha-se a estrita observância do sábado. Ou seja, pela recomendação de Jesus, isso devia ser acatado pelo povo e pelos discípulos, porém esses líderes religiosos pervertiam o sentido do mandamento acrescentando regras absurdas ao mesmo, e impedindo os que queriam obter cura e alívio a seus sofrimentos. Nesse ponto estavam errados, e o mau exemplo deles não devia ser, pois, seguido.


Essa falta de compreensão do sentido mais profundo dos mandamentos divinos se observa na declaração de Cristo no mesmo capítulo 23 de Mateus, vs. 23:


“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas cousas, sem omitir aquelas”.


Então, eis aí mais uma demonstração de que o problema estava era com a liderança religiosa de Israel, não com a lei divina em qualquer dos seus mandamentos. Cristo lhes fala de aspectos da lei em que falhavam de ver o seu sentido mais profundo, tal como explanara ao povo e aos discípulos no Sermão da Montanha.


Mas Suas claras palavras, “devíeis, porém, fazer estas cousas” indica que Ele não está Se insurgindo contra a legislação em si (no caso, as leis sobre o dizimar) e sim contra a atitude dos praticantes dessa legislação – a preocupação com a letra, o detalhe do “hortelã, endro, cominho” e a negligencia quanto aos “preceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé”. Era a mesma falha do jovem rico sobre que já discorremos: ele aparentemente cumpria os mandamentos da lei divina, mas falhava quanto ao principal “preceito”–o amor ao próximo como a si mesmo.


No capítulo 24, ao tratar das profecias do fim, inicialmente tratando do fim daquela nação como comunidade especialmente escolhida por Deus, teocrática e portadora dos “oráculos de Deus” para todo o mundo, Jesus revela o Seu amor e preocupação por Seus seguidores antecipando-lhes dificuldades sem conta nas circunstâncias da guerra que viria, e as suas possibilidades de estarem livres dos problemas que isso lhes acarretaria. Entre as recomendações finais de Cristo a Seus discípulos Ele lhes antecipa esses problemas e lembra-lhes, no vs. 20:


“Orai para que a vossa fuga não se dê no inverno nem no sábado”.


Cristo sabia que eles seriam “zelosos da lei”, como a característica atribuída aos primeiros cristão de origem judaica (Atos 21:20). No sábado estariam dedicados ao culto a Deus e à comunhão com seus irmãos na igreja. Se as tropas inimigas cercassem a cidade em tal dia, eles estariam alheios ao que se passava ao redor e muitos teriam perdido a vida ou sido levados como escravos.


Nessa recomendação de Cristo vemos o Seu amor, Sua preocupação pelo melhor bem de Seus filhos. Tanto o sábado estaria sendo observado após Sua morte, quando da invasão da Judéia e destruição de Jerusalém, como era conveniente para sua paz física, mental e espiritual estarem livres da situação de cerco que se apresentaria, o que num sábado seria muito mais difícil de perceber e escapar. Fugir para as montanhas no inverno seria também de extrema inconveniência por razões óbvias.


A história relata que os cristãos devem ter atentado bem às palavras de Seu Mestre pois conseguiram escapar ilesos quando do cerco da cidade, que ocorreu numa quarta-feira, e fugiram para o norte, numa região chamada Pela onde formaram a colônia cristã que era conhecida como “os nazarenos”. Nenhum cristão perdeu a vida no cerco de Jerusalém pelas tropas de Tito em 70 AD.


E um historiador palestino chamado Epifânio deixou registro de que aqueles cristãos “nazarenos”, pelo ano 350 AD, tinham entre seus costumes a observância do sábado do sétimo dia! É a História confirmando o ensino bíblico.


Autor: Prof. Azenilto G. Brito

Estágio de uma Transformação

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Como Reduzir o Risco de Câncer de Mama



Melhore 3 itens em seu estilo de vida e proteja-se contra o câncer de mama.


Estudos na Universidade de Harvard demonstram que alguns ítens do estilo de vida estão associados ao câncer de mama. São eles: sedentarismo, uso de bebidas alcoólicas e o sobrepeso.


Se você não pode saber se terá ou não o câncer de mama, prosseguindo sempre com um estilo de vida saudável, você pode reduzir seu risco de câncer de mama e outras doenças. Os passos recomendados são:


MANTENHA UM PESO SAUDÁVEL


O ítem mais importante para diminuir o seu risco de câncer de mama é manter um peso corporal saudável,  desde a infância. Se o seu IMC (uma medida de gordura corporal baseado no peso e altura) é inferior a 25, você deve trabalhar para mantê-lo assim. Se o seu IMC é superior a 25, você pode melhorar sua saúde, diminuindo este valor. Quanto maior seu IMC, maior sua chance de desenvolver câncer de mama. Estudos têm demonstrado que ter um IMC acima de 25 aumenta o risco de morrer de doenças cardiovasculares e câncer em geral. Mulheres com sobrepeso têm níveis mais elevados de estrogênio do que mulheres magras.


EVITE BEBIDAS ALCOÓLICAS


As mulheres que bebem qualquer quantidade de álcool têm um índice maior de câncer de mama, uma vez mais a quantidade é culpada. Três ou mais bebidas alcoólicas por dia dobram o risco de câncer de mama, em comparação às que não bebem.


FAÇA ATIVIDADE FÍSICA


A Atividade física tem sido considerada como um meio de prevenir o câncer de mama, eliminando o excesso de gordura corporal. Como mencionado, em indivíduos com sobrepeso, o excesso células de gordura pode conduzir a uma maior quantidade de estrogênio e maior risco de câncer de mama. Outra teoria propõe que as mulheres ativas fisicamente tem os  depósitos de gordura diminuídos. Por sua vez, menor número de depósitos pode significar menos entidades para armazenarem “toxinas”, tais como substâncias cancerígenas. Quaisquer que sejam as razões, a transpiração é excelente proteção para o seu organismo, seja qual for o seu peso. A maioria dos estudos tem demonstrado que as mulheres que se dedicam a pelo menos uma hora por dia de atividade física têm cerca de uma diminuição de 20 por cento de chance desenvolver câncer de mama.


Veja o que o Dr. Willett recomenda: “Faça caminhada!  Procure fazer seu dia mais ativo através de escadas em vez de elevadores, fazer exercício divertido, fazendo rotinas que você goste, no mínimo 30 minutos por dia.” 
Se você está ativa agora, parabéns. Você pode colher benefícios ainda maiores com o aumento da freqüência e intensidade de sua atividade. Tente chegar 60 minutos de moderada intensidade à vigorosa atividade, pelo menos, cinco dias por semana, de preferência todos os dias. Moderada à vigorosa é qualquer atividade que eleva a sua freqüência cardíaca 50 por cento para 70 por cento do seu máximo e, geralmente, provoca-lhe transpiração.


Lembre-se: “A saúde que você tem, é em grande parte sua escolha!” Abraham Lincoln – Referências: Harvard Medical School, 11 de junho de 2008.


Via Clínica Adventista Vida Natural

Evidências - Existe uma religião verdadeira?

A resposta óbvia seria aparentemente um sonoro "não", pois como diz o velho ditado, todos os caminhos levam a Deus, logo, ninguém pode dizer que uma religião é verdadeira e a outra falsa.
Um blog americano chamado "livro de reflexões de Jesreel trouxe um artigo anônimo intitulado "unidade na diversidade" no qual o autor expressava sua opinião a esse respeito.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Lei e evangelho conjugados



Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma! Antes, estabelecemos a lei. Romanos 3:31.


Ouvimos tantos que são enganados pelo inimigo, alegando constantemente: “Somos salvos pela fé”; mas. … mostram tal desprezo pela regra de justiça de Deus, que sabemos que eles… nada sabem da graça salvadora. O coração não está em harmonia com a lei de Deus, mas em inimizade com essa lei. Assim estava o grande rebelde no Céu. Há de o Senhor levar para o Céu homens e mulheres que não têm respeito pela lei de Seu Universo?


Que há de levar o pecador ao reconhecimento de seus pecados a não ser que ele saiba o que é o pecado? A única definição de pecado na Palavra de Deus nos é dada em 1 João 3:4: “Pecado é o quebrantamento da Lei.” É preciso fazer o pecador sentir que é um transgressor. Cristo a morrer na cruz do Calvário atrai-lhe a atenção. Por que morreu Cristo? Porque era o único meio de salvar o homem. … Ele tomou sobre Si nossos pecados a fim de poder creditar Sua justiça a todos quantos nEle cressem. … A bondade e o amor de Deus levou o pecador ao arrependimento para com Deus e fé para com nosso Senhor Jesus Cristo. O pecador despertado… é encaminhado para a lei que transgrediu. Ela o chama ao arrependimento, todavia não há propriedade salvadora na lei para perdoar a transgressão da lei, e seu caso parece desenganado. A lei, porém, atrai-o a Cristo. Embora profundos seus pecados de transgressão, o sangue de Cristo pode purificá-lo de todo pecado.


A lei e o evangelho andam de mãos dadas. Um é o complemento do outro. A lei sem a fé no evangelho de Cristo não pode salvar o transgressor da lei. O evangelho sem a lei é ineficiente e destituído de poder. A lei e o evangelho formam um todo perfeito. O Senhor Jesus pôs o fundamento do edifício, e lança “a primeira pedra com aclamações: Graça, graça a ela”. Zacarias 4:7. Ele é o Autor e Consumador de nossa fé, o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o primeiro e o último. Os dois unidos — o evangelho de Cristo e a lei de Deus — produzem o amor e a fé não fingidos.


Ellen G. White, Nossa Alta Vocação, pág. 136.

O que torna, muitas vezes, a oração tão difícil?



Há um número surpreendente de pessoas que acreditam em Deus, mas que não oram muito. Dizem que orar é muito difícil. Fiz uma rápida pesquisa entre as pessoas que mencionaram sentir-se desse jeito e aqui estão algumas das razões que deram. Veja se reconhece a si próprio em alguma delas:


“Acho que orar é difícil porque há muitos tipos diferentes de oração e não tenho certeza de como devo orar.” É verdade. Há muitos tipos de orações. Há louvor e adoração, que consiste em glorificar a Deus. Há a confissão, quando abrimos o coração a Deus e lhe pedimos que revele tudo o que há dentro de nós, e nos purifique. Há a petição, quando contamos a Ele nossas necessidades e preocupações. Há a intercessão, quando oramos pelos outros. Como saber que tipo de oração fazer, e quando? O que acontece se fizermos a oração errada? Quando temos mais perguntas do que respostas sobre oração, o ato de orar se torna muito complexo em nossas mentes e tendemos a evitá-lo. Mas Deus não está pedindo que façamos um curso de teologia antes de nos achegarmos a Ele. Ele simplesmente deseja que abramos nosso coração com toda a honestidade. O modo certo de orar procede de um coração que ama a Deus e que deseja comunicar-se com Ele.


“Acho que orar é difícil porque não faço isso muito bem.” As pessoas muitas vezes ficam hesitantes em orar porque esperam muito de si mesmas. Ouvem a eloqüência e o poder das orações de outras pessoas e sentem como se tivessem de fazer o mesmo. Acham que precisam soar como o maior pregador da Terra. Mas Deus olha para nosso coração, não para nossa eloqüência. Além disso, ninguém começa como intercessor poderoso. Todos começamos com simples orações que saem diretamente do coração. E não há nada de errado em fazer uma oração que outra pessoa tenha escrito, ou dizer uma oração memorizada, se for uma oração de acordo com seu coração e à qual você acredite que Deus vai responder. O fato de outra pessoa ter escrito a oração não significa que Deus não irá ouvi-la, vindo ela de seus lábios. Comece assim e cresça a partir daí.


“Acho que orar é difícil porque, bem lá no fundo, duvido que realmente funcione.” Muitas pessoas duvidam de que Deus esteja mesmo ouvindo quando estão orando. E se ele estiver ouvindo, pensam: Por que me ouviria? Ele é o Deus do Universo; sou apenas uma minúscula partícula em comparação a Ele. Ou podem achar que a oração até funciona, mas não as orações delas. Não compreendem como Deus definiu tudo isso. Pensam: Por que devo me preocupar? Mas o Senhor decidiu orientar sua ação em resposta a nossas petições.


“Eu acho difícil orar porque sinto que não sou bom o bastante para merecer uma resposta.” Muitas pessoas sentem que Deus não está satisfeito com elas porque acham que falharam no que deveriam ser ou fazer. Devido a esses fracassos ou ao que elas não têm feito, acreditam não merecer um pouco do tempo dEle. A verdade é que nenhum de nós é merecedor. Nenhum de nós tem feito tudo o que deveria. Todos nós falhamos. Somente Jesus nos torna dignos. Somente a graça de Deus e o poder capacitador do Espírito Santo nos ajudam a viver do modo como Ele deseja. Deus é amoroso e compassivo. Ele não está esperando para nos atingir com um raio porque não fazemos tudo direito, mas sim que nos acheguemos a Ele e confessemos nossos pecados para que Ele possa fazer tudo certo.


“Acho difícil orar porque vejo Deus como um ser distante.” As pessoas que não conhecem bem a Deus pensam nEle como se estivesse muito longe e acreditam que suas orações têm de viajar muito para alcançá-lo.Visualizam suas orações evaporando pelo ar imediatamente depois de as proferirem. Se você sente que suas orações não são poderosas o bastante para chegar aos ouvidos de Deus, você não está sozinho. Ficará surpreso com a quantidade de gente que sente o mesmo. Mas quando recebemos a Jesus, ele se torna o Mediador entre Deus e nós. Ele também nos dá o Espírito Santo, que vive agora em nosso meio, provendo-nos, assim, de uma linha direta com o Senhor. Nossas orações não precisam viajar tanto assim.


“Acho difícil orar porque não tenho certeza de minha oração estar dentro da vontade de Deus.” As pessoas muitas vezes têm medo de pedir a coisa errada, pois acham que isso causará problemas. Temem ser punidas por uma oração incorreta ou terem essa oração respondida e obterem algum resultado ruim, porque pediram sem sabedoria. A primeira coisa a ser compreendida sobre a vontade de Deus é esta: a vontade dEle é que oremos! Não somos chamados para analisar tudo perfeitamente ou para orar de forma excelente, e sim para levar o clamor de nosso coração e nossas percepções limitadas até o Senhor, que é perfeito e excelente, e descansar nEle a respeito desses assuntos. Não temos de ter medo de que orações absurdas passem despercebidas por Deus e de que Ele, inadvertidamente, responda a uma oração que não sirva a seus propósitos. Uma oração imperfeita não causará um acidente cósmico escorregando pelo céu e deslizando através da maquinaria da providência divina, sem que o Senhor saiba. Nunca veremos Deus olhando desconcertado para a Terra e pensando: ‘Como pude deixar que aquela oração fosse respondida?’”


Não importa nosso nível de experiência com a oração, jamais nossa forma de orar será perfeita. Nem sempre obteremos total compreensão do modo como Deus quer que oremos em toda e qualquer situação, mas não precisamos conhecer Sua vontade perfeita antes de orar. Podemos descobri-la enquanto oramos.


Peça com ousadia, peça com abundância, peça com fé. Peça como filho dEle e, depois,adore o Senhor na confiança de que Ele agirá conforme a vontade dEle. Mas peça!


O ponto principal é que a vontade de Deus é que oremos. Não temos de nos preocupar se é da vontade dEle responder do jeito como pedimos. Deus não será forçado a dar uma resposta que não seja da vontade dEle. Além disso, não temos de nos preocupar em pedir muita coisa, porque Deus não tem um suprimento de recursos limitado. Ele não vai ficar sem nada. A solução para orar de acordo com a vontade de Deus é orar dizendo o seguinte: “Senhor, que a Tua vontade seja feita neste caso”.


“Acho muito difícil orar porque requer muito de meu tempo para que seja algo eficiente.” As pessoas muitas vezes acreditam que, para ser uma pessoa de oração eficaz, têm que gastar horas em um só dia em oração, assim como fizeram os grandes guerreiros de oração do passado. Embora seja verdade que, quanto mais tempo você passa orando, mais pode orar e mais respostas receberá, não significa que uma oração rápida tenha menor probabilidade de ser respondida. Deus ouve cada palavra, principalmente quando vem de um coração puro e amoroso. “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo.” (Tg 5:16) Toda oração conta, não interessa quanto tempo levou para ser proferida.


Stormie Omartian, O Poder de Orar Juntos, págs 42 à 45.

Se Deus é onipotente e onisciente; sabe se no final de minha vida vou me perder ou não… Por que continua em busca de um pecador (suponhamos que eu esteja perdido e Ele saiba disto)?


A Onisciência de Deus é uma das coisas mais difíceis de se explicar devido às limitações de nossa natureza humana (por exemplo, os melhores cientistas não conseguiram ainda entender a complexidade do cérebro. Isto nos mostra que, se não entendemos a nós mesmos, mais difícil ainda será compreendermos racionalmente a Deus e Seus atributos).
Entretanto, creio que a Palavra de Deus lançará luz sobre sua questão.
Duas coisas devem ficar claras em sua mente para que eu possa responder sua pergunta:
1) Deus quer que todos sejam salvos – 1ª Timóteo 2:4; 2ª Pedro 3:9, etc. Ele não “predestina” uns para a salvação e outros para a perdição.
2) A Onisciência de Deus não é causativa, ou seja, o fato de Deus saber o que irá acontecer não significa que Seu conhecimento causou determinado acontecimento. Medite nesta frase: “as coisas acontecem não porque Deus as prevê; Deus as prevê porque elas vão acontecer”. Isto significa que Deus dá a cada ser humano a oportunidade de escolher ser salvo – João 3:15; Apocalipse 22:17, etc.
Tendo isto em mente, posso dar um passo adiante e sugerir-lhe a seguinte solução: Deus vai atrás do pecador, mesmo sabendo que esse irá se perder, porque Ele, sendo Onipotente, não está preso aos acontecimentos. Ele não está preso ao futuro e à própria Onisciência. Mesmo sabendo que uma pessoa irá escolher a perdição, Ele continua a trabalhar em prol de sua conversão, pois Seu poder pode mudar o futuro das coisas, caso o pecador queira.
Como falei no princípio, reconheço que explicar tal coisa não é algo simples e que outros estudiosos da Bíblia podem ter outra “explicação” para a sua questão. Todavia, acredito que mesmo não tendo todas as respostas, podemos confiar no amor e sabedoria de Deus. Com certeza ele vai agir (e o faz hoje) em favor do pecador da melhor maneira possível, pois Ele é o Justo Juiz: “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda” 2ª Timóteo 4:8.
Quando estivermos no Céu iremos comprovar isto pessoalmente. Enquanto não estivermos lá, sigamos em nossa caminhada cristã seguros na mão de Cristo. Somente assim poderemos um dia ter respostas a todos os “porquês” da vida.
Fonte: Portal JA

Ele Quer Curar Nossa “Febre”


"Inclinando-se Ele para ela, repreendeu a febre, e esta a deixou; e logo se levantou, passando a servi-los” (Lucas 4:39).

A febre é sempre prova de doença, mas aqui, no caso da sogra de Pedro, tinha uma causa espiritual: "Inclinando-se Ele para ela, repreendeu a febre".

O inimigo gosta de introduzir "febre" no serviço cristão, tornando a atividade agitada e difícil para os outros, e aborrecida e muito cansativa para nós mesmos.

Em muitos lares cristãos há "febre", e não apenas por causa de uma sogra. Basta que um membro da família, como Marta, se inquiete e se agite com muitas coisas (Lc 10:40-41).

Essas inquietações franzem nossas testas e nos ocultam a face do Senhor. Essa agitação traz divisão e sofrimento. Como tudo isso é difícil!

O Senhor conhece nosso desejo de servi-lo e de cumprir bem o nosso ministério. Entretanto, se tivermos um zelo doente, carnal, legalista, Ele não poderá agradar-Se de nosso serviço.

O inimigo sabe disso e é exatamente por esse motivo que nos leva à agitação. E essa "febre" de fato age na vida dos servos e servas de Deus, jovens e idosos.

Satanás sabe aproveitar-se do nosso desconhecimento com relação às ciladas que nos prepara. Talvez tente intensificar em nós o desejo de desempenhar um papel, ou nos leve a comparar-nos com os outros, a querer ultrapassá-los.

Ou então ficamos tão concentrados em nós mesmos, que aparecem "febres", temores e queixas.

O Senhor está aqui e deseja inclinar-Se sobre nós. Ainda hoje Ele segue Seu caminho, passa de um para outro, abençoa e cura os lares, os trabalhos e atividades doentias dessa "febre".

Ele toma a mão que O serve, vê que está quente e febril, embora desejasse fazer mais por Ele. No entanto, apenas quando temos consciência de nossa incapacidade ele pode intervir.

Então, quando paramos para ouvi-lo, o Senhor Se inclina sobre nós e ordena ao espírito de "febre" que nos deixe.

"E logo se levantou, passando a servi-los."

Livres de toda agitação e de todo zelo carnal, podemos servi-lo em novidade de vida. É Ele quem tem direito ao nosso serviço em primeiro lugar. E de nosso amor por Ele decorrerá um serviço frutífero para os outros.


- Extraído de H. E. Alexander, Orvalho da Manhã.

"Eis que vem com as nuvens e todo olho O verá"


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Várias Leis



Na Sagrada Escritura, encontramos várias leis. Quando falamos da lei, devemos ter em atenção de que lei se trata.

Por esse motivo, vamos começar por perceber que leis eram essas.

Encontramos, pelo menos quatro leis fundamentais;
Lei Moral - 2) Leis Cerimoniais  3) Leis Civis - 4) Leis de Saúde
1 - Leis Civis

As leis civis, não foram abolidas. Foram evoluindo com o tempo. Encontramos vários exemplos destas leis.

Por exemplo:

Lei acerca Da Violência; Êxodo 21:12-36

Lei acerca dos Servos; Êxodo 21:1-11

Lei acerca da Propriedade; Êxodo 22:1-15
2 - Leis de Saúde

As leis de Saúde, não foram abolidas. Foram evoluindo com o tempo. Encontramos vários exemplos destas leis.

Por exemplo:

Lei sobre o que se deve e o que não se deve comer Levítico 11

Leis de Higiene; Levítico 15
3 - Leis Cerimoniais

LEIS CERIMONIAIS – Apontavam para a morte de Jesus, o Cordeiro de Deus, na Cruz do Calvário.

Por esta lei, eram feitos sacrifícios pelos pecados do povo.

Hebreus 10:1 - Porque tendo a LEI a sombra dos bens futuros, e não a imagem exacta das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperf......eiçoar os que a eles se chegam.

Quando Jesus morreu, o véu do templo rasgou-se ao meio. Não mais eram necessários sacrifícios, pois Jesus era o sacrifício esperado.

Mateus 27:50-51 - As Leis Cerimoniais, foram abolidas na Cruz do Calvário, no mesmo instante que Jesus, morreu. E Jesus, clamando outra vez com grande voz, rendeu o espírito. E eis que o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo; e tremeu a terra, e fenderam-se as pedras;

‎A LEI CERIMONIAL ERA PROVISÓRIA; Esta lei ditada por Moisés e escrita nos livros de Moisés, era a solução para o pecado, mas não identificava o pecado. Os pecados eram perdoados com a morte dos animais, que apontavam para a morte de Cristo. Jesus Cristo ao morrer na Cruz do Calvário, confirmou o perdão de todos aqueles que ofereceram cordeiros, ao longo do velho testamento e até à Sua morte.

4 - Lei Moral, conhecida pela Lei dos Dez Mandamentos

A LEI MORAL 
- Define o pecado. Existe antes do pecado. 

A lei de Deus, contém dez mandamentos. A Bíblia diz em Êxodo 20:1-1

"Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.

[1]Não terás outros deuses diante de mim.

[2]Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam, e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

[3]Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão.

[4]Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou.

[5]Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.

[6]Não matarás.

[7]Não adulterarás.

[8]Não furtarás.

[9] Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.

[10] Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. 

Segundo, a Sagrada Escritura, transgredir esta lei é pecar. O Salário do pecado é a morte. Iremos analisar na Bíblia Sagrada o que Deus nos fala acerca deste mesma lei.
Via Estudos Bíblicos Adventistas

Quando Jesus Entra no Barco


“... Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens” (Lucas 5:10).

Jesus concorda em entrar no barco de Simão. Para que Sua palavra se espalhe, Ele precisa daquele que será seu servo.

O nosso trabalho diário parece cansativo? É porque esquecemos que o Senhor Jesus pode subir em nosso barco e associar-se a nós. E não apenas pode, mas quer isso.

Ele deseja estar ao nosso lado para iluminar com a glória de Sua presença o que se tornou para nós uma rotina monótona.

 Deixemos que Jesus suba em nosso barco e veremos que Sua presença se fará sentir. Se formos para o trabalho nesse espírito, a cada manhã, alguma coisa mudará.

Além disso, o Senhor põe Pedro à prova e leva-o a confessar seu insucesso: "Havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos" (v. 5).

Será que estamos desanimados porque não produzimos muitos frutos? Devemos confessar isso a Ele e aprender a lançar a rede sob sua palavra.

É esse o segredo do poder. Em vez de confiar em nossos próprios esforços, seremos inspirados pela autoridade de Sua palavra, e nossos pensamentos serão levados cativos à obediência de Cristo.

Os resultados não demorarão a aparecer. Para Pedro, a mudança foi tão grande que ele se encheu de espanto com os resultados daquela pesca.

Quando o Senhor e Sua palavra tomam a direção de nossa vida e de nossos serviços, segue-se uma mudança radical. O que estava morto é vivificado, o que era estéril torna-se frutífero, o desânimo dá lugar à esperança, o que parecia impossível torna-se possível. O barco de nossa vida passa a ser a base a partir da qual o divino Mestre realiza Sua obra maravilhosa.

Quando já não buscamos glória pessoal e abandonamos a confiança na carne, estamos na posição em que o Mestre pode fazer seu apelo.

O Senhor poderá usar, então, as magníficas palavras: "Não temas: doravante serás pescador de homens". Ele nos espera à margem do lago de Genesaré. Que essas palavras penetrem em nossa vida e em nossa experiência!


- Extraído de H. E. Alexander, Orvalho da Manhã.

Senhor, mostre-me a Sua Vontade!


O que é considerado prostituição na Bíblia?


Prostituição é um termo que define algo que está fora do propósito original.
No Antigo Testamento a palavra hebraica usualmente utilizada para prostituição significa:
1) Cometer adultério
2) Ser uma prostituta
3) Cometer prostituição
4) Ser uma prostituta cultual (como uma profissão nos templos pagãos)
5) Ser infiel a Deus.
Na Bíblia tanto práticas sexuais fora do casamento, como infidelidade a Deus, são condenados, e chamados de prostituição.
No livro do Apocalipse a palavra mais utilizada para prostituição é pornéia,
Os significados desta palavra são:
1) relações sexuais ilícitas
2) adoração de ídolos (sentido metafórico)
O sentido figurado desta palavra é interessante. Na Bíblia a igreja é chamada de noiva e Jesus é chamado de esposo. Então adorar ídolos ao invés de adorar ao único Deus verdadeiro é uma traição à Jesus, é uma prostituição – algo completamente fora de propósito.

A que se referem as expressões ‘carne’, ‘concupiscência dos olhos’ e ‘soberba da vida’ de 1 Jo 2:16?


Na primeira carta de João, capítulo 2, verso 16, lemos: “Porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas procede do mundo”.
Carne. – Ou seja, a natureza sensual do ser humano, que anela o mal e na qual “não mora o bem” (Romanos 7:18; 8:l).  Os desejos da carne são as ânsias de consentir com o mal.
João não fala do corpo, que posteriormente os gnósticos ensinaram que era muito mal. Os escritores do Novo Testamento consideram que no corpo humano há disposição para o bem e também para o mal, e que, portanto, está sujeito à redenção comprada por Cristo (Romanos 12:l; I Coríntios 6:15; Filipenses. l: 20; 3:2l).  A expressão “desejos (ou concupiscência, segundo algumas versões) da carne” inclui tudo aquilo que tende irresistivelmente a uma complacência que contradiga a vontade de Deus.   O apóstolo não estava acusando a seus leitores de pecados vis, senão advertindo-lhes quanto a inimizade que existe entre Deus e todas as manifestações de pecado.  Confiava que sua advertência serviria para salvá-los das redes do pecado.
*“Os desejos dos olhos”. – “Concupiscência dos olhos” (segundo a Bíblia de Jerusalém).  Se “os desejos da carne” se aplicam particularmente aos pecados que provêm do corpo, podemos entender que “os desejos dos olhos” se referem ao prazer mental que é estimulado pela vista.  Boa parte do prazer pecaminoso do mundo se experimenta mediante os olhos (Mateus 5:27-28).  Muitos que se apressariam a negar qualquer intenção de praticar ou participar em um pecado consumado, sentem um vivo desejo de ler coisas que estimulam ao pecado.  Aqui se aplicam as palavras de I Coríntios 10:12: “O que pensa estar firme, cuide para que não caia” Talvez João estivesse pensando nos brutais espetáculos do circo romano, quando lutavam até a morte entre si ou  contra animais selvagens.  Esses espetáculos despertavam a mesma curiosidade doentia que aviva algumas distrações imorais nos nossos dias.
 “Vanglória (ou soberba, de acordo com algumas versões)”. – Do grego Alazonéia -  “jactância”, “ostentação”, “orgulho”.
Vida. – Do grego ‘bíos’, “vida”, aqui no sentido de “maneira de viver” (Romanos 6:4). A expressão “vanglória da vida” implica uma satisfação materialista com os bens do mundo, um estado mental no qual o material ocupa o lugar do espiritual.  Todos estamos inclinados em diferentes graus a uma vanglória tal, e devemos nos precaver contra ela.  Alguns se orgulham indevidamente de seu traje; outros, de suas possessões, sua beleza ou seus filhos.
Este texto nos ensina que o verdadeiro cristão, que tem o desejo de entrar no céu, deve evitar que coisas imorais entrem em sua mente e que o amor aos bens materiais não tome lugar do amor por uma vida cristã perfeita ao lado de Jesus. O material não deve ser colocado a frente do ‘espiritual’ de maneira nenhuma. Mateus 6:33.

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