quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Posição da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre a promulgação do Código do Sistema Penal na Bolívia

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A Igreja Adventista do Sétimo dia sustenta que a liberdade religiosa é um direito humano, conforme afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros instrumentos internacionais e nacionais, e entende que restringir esse direito é uma restrição à dignidade humana.

A Igreja se relaciona com as autoridades nacionais e locais na defesa desta prática, com o objetivo de proporcionar um ambiente positivo para o livre exercício desse direito e motiva todas as pessoas a serem defensoras desse princípio. A Igreja percebe com preocupação qualquer ameaça a esse direito humano fundamental.

Na promulgação do novo Código do Sistema Penal, o Departamento de Liberdade Religiosa da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Bolívia, em coordenação com a IRLA (Associação Internacional de Liberdade Religiosa), com sede na América do Sul, está monitorando a validade deste regulamento. Atualmente, está em contato e diálogo com outras organizações públicas e privadas que compartilham essa visão, a fim de analisar os efeitos desta norma legal e definir as ações a serem tomadas para defender esse direito humano.

Este é um momento de prudência e diálogo. Por esta razão, a Igreja convida todas as pessoas e organizações a se juntarem a nós em oração. Que Deus conceda sabedoria aos nossos governantes sobre o assunto em discussão.

Leia o posicionamento oficial em espanhol

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O Carvão: Como Se Originou?

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Harold G. Coffin

(Ph.D., Universidade do Sul da California) tem trabalhado como professor de Biologia no Canadá e nos Estados Unidos, e pesquisador principal no Geoscience Research Institute, em Loma Linda, California. Tem escrito dezenas de artigos e vários livros, entre outros Creation: Accident or Design? (1969), Earth Story (1979) e Origin by Design (1983).


Bem podemos chamá-lo de diamante negro. Toda cesta é poder e civilização." --Ralph Waldo Emerson

Chamem-no diamante negro. Chamem-no cesta de poder. Ou chamem-no carvão. É um dos recursos naturais mais úteis na Terra. É composto de matéria vegetal modificada pelo calor, pressão, atividade catalítica e decomposição. Mas como se originou a matéria vegetal? A questão tem sido ponto de controvérsia. A maioria daqueles que estudaram o carvão crêem que seja derivado de acumulação orgânica natural tais como turfeiras e brejos que ficaram enterrados. Uma minoria sugere que parte do carvão procede de matéria vegetal transportada de outro lugar.

Durante o século 17 e começo do século 18, geólogos achavam que o carvão veio de matéria vegetal enterrada durante uma catástrofe (o Dilúvio). Estes indivíduos apontavam para evidência que parecia sugerir que a formação do carvão não se parecia com nenhum processo moderno. Observaram que os pantanais modernos e áreas semelhantes não são comparáveis a camadas de carvão em extensão lateral, profundidade e composição. 1

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A Busca dos Ancestrais de Adão

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Elaine Kennedy
(Ph.D., University of Southern California) é geóloga no Geoscience Research Institute. Ela é a autora de vários artigos, entre eles “Os Intrigantes Dinossáuros” (Diálogo 5:2). Seu endereço é: Geoscience Research Institute; Loma Linda University; Loma Linda, CA 92350; E.U.A.

Biólogos evolucionistas estão convencidos de que os humanos descendentes de criaturas semelhantes a macacos. A despeito de número de disputas sobre teorias de linhagens macaco-humanas, os paleoantropólogos são unânimes. A resposta cristã a estas asserções tem variado. Algumas organizações cristãs concordam com a comunidade científica sobre a origem do homem, mas mantêm que em algum momento do passado seres humanos adquiriram uma alma imortal, discernimento moral, e/ou a habilidade de raciocinar. Outros, incluindo os adventistas do sétimo dia, aceitam o relato de Gênesis como a expressão de evento histórico.
De onde veio Adão? Foi ele formado do pó da terra por um Criador inteligente, ou ele descendeu de um ser semelhante ao macaco? Sabemos o que a Bíblia diz. Concorda com isto o “livro da Natureza”?

Determinando o que é humano

Embora alguns donos de animais de estimação possam argumentar, traços tais como senso estético e moral, livre arbítrio e uma linguagem complexa distinguem os humanos dos animais. 1 Fósseis semelhantes a humanos não podem fornecer este tipo de informação. Como os cientistas não podem falar com os organismos que se pretende sejam nossos ancestrais para averiguar quão humanos eles eram, pesquisadores dependem de características estruturais dos ossos dos fósseis e de informação genética de macacos e humanos modernos.
Os humanos de hoje se distinguem por diversas características do crânio. Três características podem ser facilmente reconhecidas: (1) Na frente da maxila inferior, os humanos modernos têm uma parte maxilar que se salienta para formar o queixo. (2) O ângulo da face é muito obtuso porque os humanos não têm focinho e têm uma testa não batida para trás. (3) A porção superior do crânio nos humanos de hoje é mais larga do que a base do crânio. Determinar se um fóssil é um humano moderno não parece ser muito difícil.

Os homínidas

Homínida é o nome dado aos primatas bípedes, incluindo todas as espécies no gênero Australopithecus e Homo. Os australopitecinos incluem o gênero Australopithecus e, para alguns pesquisadores, o Paranthropus. Os homínidos têm que ver com os membros do gênero Homo.

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