sexta-feira, 27 de maio de 2016

Os 1290 E 1335 Dias de Daniel 12

 

Resumo: Vários intérpretes das Escrituras estão contestando a tradicional interpretação adventista-historicista dia-ano dos “1.290″ e “1.335 dias” de Daniel 12. Eles argumentam que esses períodos proféticos devem ser interpretados como dias literais, em vez de dias que representam o mesmo número de anos. O presente artigo provê cinco importantes argumentos porque a teoria dos “dias literais” é inaceitável para uma interpretação adventista-historicista do livro de Daniel.

Palavras-chave: interpretação historicista, interpretação futurista, dia-ano, Ellen White, 1.290 dias, 1.335 dias, Daniel 12.

1. Introdução
A interpretação dos “1.290 dias” e dos “1.335 dias” de Daniel 12:11-12, respectivamente como 1.290 anos e 1.335 anos, pode ser encontrada já entre os expositores judeus do século 8 d.C. Essa interpretação, baseada no princípio dia-ano (ver Números 14:34; Ezequiel 4:6-7), continuou sendo advogada pelos seguidores de Joaquim de Fiore (1130-1202), bem como por vários outros expositores, durante a Pré-Reforma, a Reforma e a tradição protestante subsequente.[1]

Guilherme Miller (1782-1849), por sua vez, cria (1) que tanto os 1.290 anos como os 1.335 anos haviam iniciado em 508, quando Clóvis obteve a vitória sobre os visigodos arianos, passo esse decisivo na união dos poderes político e eclesiástico para a punição dos “hereges” pelo catolicismo medieval; (2) que os 1.290 anos haviam se cumprido em 1798, com o aprisionamento do Papa Pio VI pelos exércitos franceses; e (3) que os 1.335 anos se estenderiam por mais 45 anos, até o término dos 2.300 anos de Daniel 8:14, em 1843/1844.[2] 
Essa interpretação foi mantida pelos primeiros adventistas observadores do sábado,[3] transformando-se na posição histórica da Igreja Adventista do Sétimo Dia até hoje.[4]

Porém, em anos recentes, alguns pregadores independentes começaram a propagar uma “nova luz” sobre os 1.290 e 1.335 dias de Daniel 12. Rompendo com a tradicional compreensão adventista, tais indivíduos alegam que ambos os períodos são compostos por dias “literais” (e não dias que representam “anos”), a se cumprirem ainda no futuro. Alguns deles sugerem que ambos os períodos iniciarão com o futuro decreto dominical; que os 1.290 dias “literais” são o período reservado para o povo de Deus sair das cidades; e que ao término dos 1.335 dias “literais” a voz de Deus será ouvida anunciando “o dia e a hora” da volta de Cristo.[5]

Por mais interessante que essa teoria possa parecer, existem pelo menos cinco razões básicas que nos impedem de aceitá-la.

2. Essa teoria se baseia numa leitura parcial e tendenciosa do Espírito de Profecia
 
Um dos argumentos usados para justificar o cumprimento futuro dos 1.290 e 1.335 dias é a falsa alegação de que Ellen White considerava como errônea a noção de que os 1.335 dias já haviam se cumprido no passado. Alusões são feitas à carta de Ellen G. White “à igreja na casa do Irmão Hestings”, datada de 7 de novembro de 1850, na qual são mencionados alguns problemas relacionados com o irmão O. Hewit, de Dead River. No texto original em inglês dessa carta, aparece a seguinte declaração: “We told him of some of his errors in the past, that the 1,335 days were ended and numerous errors of his”.[6]

Esta sentença deveria ser traduzida simplesmente como: “Nós lhe mencionamos alguns dos seus erros do passado, que os 1.335 dias haviam se cumprido e muitos dos seus erros.” No entanto, alguns defensores da “nova luz” profética preferem substituir a conjunção “que” (inglês “that”) pela expressão “tais como” (inglês “such as”), alterando desta forma o sentido do texto. Assim, eles conseguem fazer com que a sentença diga que entre os erros advogados por Hewit estava também a ideia de “que os 1.335 dias haviam se cumprido”.

Se a intenção de Ellen White era realmente corrigir o irmão Hewit por crer que os 1.335 dias já haviam se cumprido, permaneceriam as indagações: Por que Ellen White se limitou a corrigir, em 1850, de forma parcial e tendenciosa, apenas a posição pessoal desse irmão, sem qualquer repreensão aos demais líderes do movimento adventista que também criam que esse período profético já havia se cumprido em 1844? Por que ela não reprovou o seu próprio esposo (Tiago White) por afirmar na Review, ainda em 1857, que “os 1.335 dias terminaram com os 2.300, com o Clamor da Meia-Noite em 1844″?[7] Por que ela não o repreendeu por continuar publicando na Review vários artigos de outros autores, advogando a mesma ideia?[8] E mais, como poderia Ellen White haver declarado, em 1891, que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo”,[9] se o cumprimento dos 1.290 e 1.335 dias ainda estivesse no futuro?

Evidências de que Ellen White cria que esses períodos já haviam se cumprido em seus dias podem ser encontradas também em suas declarações que falam de que Daniel já estava sendo vindicado em sua sorte (ver Daniel 12:13) desde o início do tempo do fim.[10] Cremos, portanto, que o Dr. P. Gerard Damsteegt, professor do Seminário Teológico da Universidade Andrews, estava correto ao declarar que “já em 1850 E. G. White havia escrito que os 1.335 dias haviam se cumprido, sem especificar o tempo do seu término”.[11]

3. Essa teoria quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel
 
Para justificar o suposto cumprimento futuro dos 1.290 e 1.335 dias, os advogados dessa “nova luz” profética alegam, sem qualquer constrangimento, que o conteúdo de Daniel 12:5-13, onde são mencionados esses períodos, não é parte integrante da cadeia profética de Daniel 11. Porém, uma análise mais detida da estrutura literária do livro de Daniel não confirma essa teoria.

O Dr. William H. Shea esclarece que no livro de Daniel cada período profético (1.260, 1.290, 1.335 e 2.300 dias) aparece como um apêndice calibrador ao corpo básico da respectiva profecia que lhe corresponde. Por exemplo, a visão do capítulo 7 é descrita nos versos 1-14, mas o tempo a ela relacionado só aparece no verso 25. No capítulo 8, o corpo da visão é relatado nos versos 1-12, mas o tempo só ocorre no verso 14. De modo semelhante, os tempos proféticos relacionados com a visão do capítulo 11 só são mencionados no capítulo 12.[12]

Esse paralelismo comprova que os 1.290 dias e os 1.335 dias, de Daniel 12:11 e 12, compartilham da mesma natureza profético-apocalíptica que os “tempo, tempos e metade de um tempo”, de Daniel 7:25, e as 2.300 tardes e manhãs, de Daniel 8:14. Assim, se aplicamos o princípio dia-ano aos períodos profético de Daniel 7 e 8, também devemos aplicá-lo aos períodos de Daniel 12, pois todos esses períodos estão interligados entre si, de alguma forma, e a descrição de cada visão indica apenas um único cumprimento para o período profético que lhe corresponde.

Além disso, a alusão em Daniel 12:11 ao “sacrifício diário” e à “abominação desoladora” conecta os 1.290 e 1.335 dias não apenas com o conteúdo da visão de Daniel 11 (ver Daniel 11:31) mas também com as 2.300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 (ver Daniel 8:13; 9:27). O mesmo poder apóstata que haveria de estabelecer a “abominação desoladora” em lugar do “sacrifício diário” é descrito em Daniel 7 e 8 como o “chifre pequeno”, e em Daniel 11 como o “rei do Norte”.

Portanto, a tentativa de interpretar alguns períodos proféticos de Daniel (70 semanas, 2.300 tardes e manhãs) como dias que simbolizam anos, e outros (1.260 dias, 1.335 dias) como meros dias literais, é totalmente incoerente com o paralelismo profético-literário do livro de Daniel.

4. Essa teoria se apoia em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid (“diário”, “contínuo”)
 
A teoria de que tanto os 1.290 dias, quanto os 1.335 dias iniciam com o futuro decreto dominical é baseada na suposição de que, em Daniel 12:11, as expressões “sacrifício diário” e “abominação desoladora” significam respectivamente o sábado e o domingo. Mas também essa suposição carece de fundamentação escriturística.

A expressão “sacrifício diário” é a tradução do termo hebraico tamid, que significa “diário” ou “contínuo”, ao qual foi acrescentada a palavra “sacrifício”, que não se encontra no texto original de Daniel 8:13 e 12:11. Esse termo (tamid) é usado nas Escrituras em relação não apenas com o sacrifício diário do santuário terrestre (ver Êxodo 29:38 e 42) mas também com vários outros aspectos da ministração contínua daquele santuário (ver Êxodo 25:30; 27:20; 28:29 e 38; 30:8; 1Crônicas 16:6). No livro de Daniel o termo se refere, obviamente, ao contínuo ministério sacerdotal de Cristo no santuário/templo celestial (ver Daniel 8:9-14). Já a expressão “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora” subentende o amplo sistema de contrafação a esse ministério, construído sobre as teorias antibíblicas da imortalidade natural da alma, da mediação dos santos, do confissionário, do sacrifício da missa, etc.
Não podemos concordar com a teoria de que em Daniel 12 o “diário” representa simplesmente o sábado, e a “abominação desoladora”, o domingo. Para crermos desta forma, teríamos que esvaziar essas expressões do amplo significado que lhes é atribuído tanto pelo próprio contexto bíblico no qual aparecem, como também pelo consenso geral das Escrituras.

5. Essa teoria reflete a interpretação jesuíta-futurista da Contra-Reforma Católica
 
Os defensores da interpretação literal-futurista dos 1.290 e 1.335 dias alegam que sua posição é genuinamente adventista e plenamente sancionada pelos escritos de Ellen G. White. Mas se analisarmos mais detidamente o assunto à luz da história, perceberemos que essa teoria rejeita o historicismo e o princípio dia-ano, da tradição Protestante, para se alinhar abertamente com o futurismo literalista da Contra-Reforma Católica.

Os reformadores protestantes do século 16 identificavam o “chifre pequeno” com o papado, do qual se originaria a “abominação desoladora” de que fala Daniel.[13] Foi para inocentar o papado dessas acusações que o cardeal italiano Roberto Bellarmino (1542-1621), o mais capaz e renomado de todos os polemistas jesuítas, sugeriu que o “chifre pequeno” era um mero rei e que os 1.260, 1.290 e 1.335 dias eram apenas dias literais, a se cumprirem somente no período que antecederia o fim do mundo.[14] Desta forma, o papado contemporâneo não poderia mais ser identificado como o “chifre pequeno” ou “rei do Norte” e, consequentemente, não mais poderia ser responsabilizado pela “transgressão assoladora” ou “abominação desoladora”.
Muitos dos defensores contemporâneos da interpretação futurista dos 1.290 e 1.335 dias desconhecem o comprometimento dessa teoria com o futurismo da Contra-Reforma Católica. Mas, mesmo assim, tais indivíduos deveriam pelo menos reconhecer que “essas propostas futuristas repousam, essencialmente, sobre uma má compreensão dos padrões de pensamento da poesia hebraica”, e que “elas representam uma leitura do idioma hebraico através de óculos ocidentais”.[15]

6. Essa teoria menospreza as advertências do Espírito de Profecia, contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844
 
Se essa teoria fosse correta, bastaria ser promulgado o decreto dominical, e já saberíamos por antecipação quando a porta da graça se fecharia e quando ocorreria a segunda vinda de Cristo. Essa é, por conseguinte, mais uma forma sutil e capciosa de se estabelecer datas para os eventos finais. Por mais originais e criativas que possam parecer, essas tentativas não passam de propostas especulativas, que desconhecem e/ou menosprezam, em nome do Espírito de Profecia, as próprias advertências do Espírito de Profecia sobre o assunto.

Já em 1850, Ellen White advertiu: “O Senhor me mostrou que o TEMPO não tem sido um teste desde 1844, e que o tempo nunca mais será um teste”.[16] Posteriormente ela acrescentou que “nunca mais haverá para o povo de Deus uma mensagem baseada em tempo.” “O Senhor mostrou-me que a mensagem deve ir, e que não deve depender de tempo; pois o tempo não será nunca mais uma prova.” “Deus não nos revelou o tempo em que esta mensagem será concluída, ou quando terá fim o tempo de graça.”[17] Será somente depois do fechamento da porta da graça, e pouco antes da segunda vinda de Cristo, que Deus há de declarar aos salvos “o dia e a hora da vinda de Jesus”.[18]

Comentando a expressão “que não haveria mais tempo” (Apocalipse 10:6, KJV), em 1900 Ellen White asseverou: “Esse tempo, que o anjo declara com um solene juramento, não é o fim da história deste mundo, nem o tempo de graça, mas o tempo profético, que precederia o advento de nosso Senhor. Ou seja, o povo não terá outra mensagem a respeito de um tempo definido. Após este período de tempo, que se estende de 1842 a 1844, não pode haver qualquer cálculo definido de tempo profético.”[19]

Sendo este o caso, por que então alguns professos adventistas ainda continuam insistindo em reaplicar os 1.290 dias e os 1.335 dias de Daniel 12 para o futuro? Cabe somente a Deus julgar o grau de sinceridade de tais pessoas; mas uma coisa é certa: “A fé em uma mentira não terá influência santificadora sobre a vida ou o caráter. Nenhum erro é verdade, nem pode tornar-se verdade pela repetição, ou por fé nele. … Posso ser perfeitamente sincera em seguir um caminho errado, mas isto não torna o caminho certo, nem me levará ao lugar a que eu desejava chegar”.[20]

7. Conclusão
É evidente, portanto, que a teoria de um cumprimento futuro dos 1.290 e 1.335 dias (1) se baseia numa leitura parcial e tendenciosa do Espírito de Profecia; (2) quebra o paralelismo profético-literário do livro de Daniel; (3) se apoia em uma interpretação não bíblica do termo hebraico tamid (“diário”, “contínuo”); (4) reflete a interpretação jesuíta-futurista da Contra-Reforma Católica; e (5) menospreza as advertências do Espírito de Profecia contra a tentativa de se estender o cumprimento de qualquer profecia de tempo para além de 1844.

Numa época em que os vendavais de falsas doutrinas estarão soprando com forte intensidade (ver Efésios 4:14), “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24), só estaremos seguros se alicerçados sobre a clara e inamovível Palavra de Deus. Toda “nova luz”, para ser verdadeira, deve estar em perfeita harmonia com o consenso geral das Escrituras e dos escritos inspirados de Ellen White.[21] Os atalaias do povo de Deus jamais deveriam permitir que as conjecturas e as especulações humanas os impeçam de dar à trombeta o sonido certo (ver Ezequiel 33:1-9; 1Coríntios 14:8).

Referências:
[1] LeRoy E. Froom, The Prophetic Faith of Our Fathers (Washington, DC: Review and Herald, 1954), vol. 4, pp. 205-206.
[2] William Miller, Evidences from Scripture and History of the Second Coming of Christ about the Year A.D. 1843, and of His Personal Reign of 1000 Years (Brandon, [VT]: Vermont Telegraph Office, 1833), p. 31; idem, Evidence from Scripture and History of the Second Coming of Christ, about the Year 1843; Exhibited in a Course of Lectures (Boston: Joshua V. Himes, 1842), pp. 95-104, 296-297; idem, “Synopsis of Miller’s Views”, Signs of the Times, 25 de janeiro de 1843, pp. 148-149.
[3] Ver P. Gerard Damsteegt, Foundations of the Seventh-day Adventist Message and Mission (Grand Rapids, MI: Eerdmans, 1977), pp. 168-170.
[4] Ver, por exemplo, [Uriah Smith], “Synopsis of the Present Truth. No. 12″, Review and Herald, 28 de janeiro de 1858, pp. 92-92; Stephen N. Haskell, The Story of Daniel the Prophet (Berrien Springs, MI: Advocate Publishing Company, 1903), pp. 263-265; J. N. Loughborough, “The Thirteen Hundred and Thirty-Five Days”, Review and Herald, 4 de abril de 1907, pp. 9-10; Uriah Smith, The Prophecies of Daniel and the Revelation, ed. rev. (Washington, DC: Review and Herald, 1944), pp. 330-331: George M. Price, The Greatest of the Prophetes: A New Commentary on the Book of Daniel (Mountain View, CA: Pacific Press, 1955), pp. 337-342; Araceli S. Melo, Testemunhos Históricos das Profecias de Daniel (Rio de Janeiro: [Laemmert], 1968), pp. 727-729; Francis D. Nichol, ed., The Seventh-day Adventist Bible Commentary, ed. rev. (Washington, DC: Review and Herald, 1977), vol. 4, pp. 880-881; Vilmar E. González, “Os 1.290 e 1.335 dias em Daniel 12″, Revista Adventista, setembro 1982, pp. 43-45; Jacques B. Doukhan, Daniel: The Vision of the End, ed. rev. (Berrien Springs, MI: Andrews University Press, 1989), p. 153; William H. Shea, “Time Prophecies of Daniel 12 and Revelation 12-13″, em Frank B. Holbrook, ed., Symposium on Revelation – Book I, Daniel and Revelation Committee Series, vol. 6 (Silver Spring, MD: Biblical Research Institute of the General Conference of Seventh-day Adventists, 1992), pp. 327-360; William H. Shea, Daniel 7-12: Prophecies of the End Time, The Abundant Life Bible Amplifier (Boise, ID: Pacific Press, 1996), pp. 217-223.
[5] Uma importante análise crítica de várias teorias mais recentes sobre o cumprimento dos 1.260, 1.290 e 1.335 dias pode ser encontrada em Victor Michaelson, Delayed Time-Setting Heresies Exposed (Payson, AZ: Leaves-Of-Autumn, 1989).
[6] E. G. White, “To the Church in Bro. Hastings house”, 7 de novembro de 1850 (carta H-28, 1850). Republicada em idem, Manuscript Releases, vol. 5, p. 203; ibidem, vol. 6, p. 251; ibidem, vol. 16, p. 208.
[7] James White, “The Judgment”, Review and Herald, 29 de janeiro de 1857, p. 100.
[8] Ver, por exemplo, J. N. Loughborough, “The Hour of His Judgment Come”, Review and Herald, 14 de fevereiro de 1854, p. 30; U[riah] S[mith], “Short Interviews with Correspondents”, Review and Herald, 24 de fevereiro de 1863, p. 100; [idem], “The Sanctuary”, Review and Herald, 8 de setembro de 1863, p. 116.
[9] E. G. White, Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 188.
[10] [Idem], “Temperance”, Ms. 50, 1893 (publicado em idem, Sermons and Talks, vol. 1, pp. 225-226); idem, para o “Dr. J. H. Kellogg”, Carta K-59, de 22 de novembro de 1896 (publicada em idem, Testemunhos Para Ministros, p. 115); idem, “Diary”, Ms. 176, de 4 de novembro de 1899 (publicado em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 4, p. 1174); idem, “Help to Be Given to Our Schools”, Ms. 10, 1900 (publicado em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, p. 949); idem, “To Our Church Members in Australasia”, Carta B-6, de 17 de janeiro de 1907 (publicada em [Australasian] Union Conference Record, 11 de março de 1907, pp. 1-2).
[11] Damsteegt, p. 169.
[12] Shea, Daniel 7-12, pp. 217-218.
[13] Ver Froom, vol. 2, pp. 241-463, passim.
[14] Ver ibid., pp. 495-502.
[15] [Frank B. Holbrook], “Editorial Synopsis” ao artigo de W. H. Shea, “Time Prophecies of Daniel 12 and Revelation 12-13″, em Holbrook, ed., Symposium on Revelation – Book I, p. 327.
[16] E. G. White, “Dear Brethren and Sisters”, Present Truth, novembro de 1850, p. 87. Ver também idem, Primeiros Escritos, p. 75.
[17] Idem, Mensagens Escolhidas, vol. 1, pp. 188, 191.
[18] Idem, O Grande Conflito, p. 640. Ver também idem, Primeiros Escritos, pp. 15, 296-297.
[19] Comentários de Ellen G. White em The Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, p. 971.
[20] Idem, Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 56.
[21] Ver idem, Counsels to Writers and Editors, pp. 33-51.
* O presente artigo foi publicado originalmente em Ministério (Brasil), maio-junho de 1999, pp. 16- 18. O mesmo artigo foi publicado em espanhol em Logos (Universidad Adventista del Plata, Argentina) ano 3, n.º 2, setembro de 1999, pp. 20-23; El Ministério Adventista (Argentina), novembro-dezembro de 2003, pp. 28-31; e está disponível também em inglês no site oficial do Instituto de Pesquisa Bíblica da Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia (http://biblicalresearch.gc.adventist.org/documents/daniel12.htm).

Alberto Timm, “Revista do Ancião”, janeiro–fevereiro de 2004.

1 comentários:

g i o r g i disse...

Um esboço muito bem fundamentado a luz da Escritura e do EP, deitando por terra qq outra interpretação que não seja essa explanada com tanta propriedade.

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