Como os originais (também chamados de autógrafos) não existem mais (se perderam), duas variáveis são de grande importância quando busca se estabelecer a probabilidade de o texto que temos hoje em mãos corresponder ao que foi escrito originalmente: o intervalo de tempo entre a cópia sobrevivente mais antiga e a data de autoria do documento (quanto menor esse intervalo, melhor) e a quantidade de cópias do documento (quanto mais cópias, melhor). Como sempre, mesmo jogando em campo adversário, a ortodoxia vence.
O infográfico foi traduzido para o português por Eliel Vieira e Felipe Costa.
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